segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Beneficios do Morango



De cor vermelha e sabor caracterizado pela mistura de doce e azedo, o morango é bastante consumido no Brasil e no mundo, principalmente nas épocas de safra, em que é mais fácil encontrar a fruta no mercado e com um custo mais acessível. Este período geralmente vai de junho a setembro.


Origem e cultivo do morango

Acredita-se que os morangueiros tenham origem europeia. Na França e na Inglaterra, existem informações a respeito do cultivo das espécies Fragaria moschata e Fragaria vesca que datam do século XV.
A cultura de morangos é bastante rentável e se difundiu muito bem pelo Brasil. O plantio de morangos é relevante para a economia de cidades do Nordeste e da Serra Gaúcha. Do ponto de vista comercial, as espécies que mais se destacam são as:
Americanas: chiloensis L e F. virginiana Duch; Europeias: moschata Duch, F. viridis Duch e F. vesca L.; Híbridas: a ananassa é um híbrido das espécies F.chiloensis e F. virginiana, que foi obtido ainda no século XVII. Existem também os exemplares do tipo remontantes das espécies F. vesca e F. ananassa. Para que serve o morango?
O morango é o receptáculo floral dos morangueiros; os verdadeiros frutos da planta são os chamados na nomenclatura botânica de aquênios (aqueles “pontinhos” que muitos acreditam ser as sementes).
Os morangos são alimentos de muita aceitação no mercado; eles conseguem agradar tanto o paladar, como nossa visão e olfato e fazem sucesso até com as crianças que geralmente são difíceis de convencer a consumir frutas.
Por conta desses traços tão característicos, foram desenvolvidos aromatizantes de morango, naturais e artificiais, que são amplamente utilizados pelas indústrias alimentícia, química, farmacêutica e de cosméticos.
Como alimentos, eles podem ser consumidos in natura, utilizados no preparo de sucos, vitaminas e drinks ou usados como ingredientes de receitas doces como bolos, tortas, sorvetes, bombons, geleias etc, e até mesmo salgadas, em saladas, por exemplo.

Você sabe quais as propriedades do morango?

As propriedades do morango que merecem mais destaque em termos medicinais, são as atividades antioxidante e anti-inflamatória.
Os morangos são pouco calóricos; 100 g fornecem apenas 33 calorias (7,7 g de carboidratos, 0,7 g de proteína, 2g de fibras e 0,3 g de gordura). Eles são uma excelente fonte de manganês e vitamina C (cada 100 g contêm 0,386 mg e 58,8 mg, respectivamente). Apresentam também vitamina B6, biotina, ácido fólico, fibras, ômega 3, iodo, potássio, fósforo, magnésio e cobre.
Com relação aos fitonutrientes, eles possuem compostos dos grupos das antocianinas, dos flavonoides, dos ácidos hidroxicinâmicos e hidroxibenzóicos, exemplares de taninos e estilbenos.
Benefícios do morango

Veja como as propriedades do morango impactam na saúde e boa forma
  •  Ajuda a controlar a glicemia
  • Ajuda a emagrecer
  • É bom para o coração
  • É um bom anti-inflamatório
  • É bom para os olhos
  • Fortalece o sistema imunológico
  • É bom para a pele
  • É um aliado do sistema nervoso
  • Ajuda a evitar o câncer
 
  O potássio presente no morango é um vasodilatador; ele ajuda a diminuir os efeitos do sódio no nosso organismo. Da mesma forma, o magnésio possui essa ação anti-hipertensiva, por relaxar os músculos dos vasos sanguíneos.
  Os benefícios do morango para o coração também decorrem das suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, por moderar os efeitos do colesterol LDL nas artérias, o que previne a formação de placas ateroscleróticas.
   Além disso, estudos em animais indicam que a ingestão do morango, na forma de extrato e de pó, ajuda a conter inflamações no intestino, como acontece na doença de Crohn e na colite ulcerosa. Os pesquisadores creditam uma boa parte desse efeito anti-inflamatório à presença de ácido salicílico, mesmo que ele seja encontrado em quantidade pouco significativa no morango. O ácido salicílico é um tipo de ácido hidroxibenzóico, similar ao ácido acetilsalicílico (princípio ativo da aspirina).
   O poder antioxidante dos morangos pode evitar a ocorrência de algumas doenças oftalmológicas. Os radicais livres são um dos principais responsáveis pela ocorrência de enfermidades como a degeneração macular, que pode levar a uma perda de visão.
Vale destacar que, apesar de nosso organismo ter mecanismos contra a ação desses agentes oxidantes, uma boa parte dessa defesa é obtida pela dieta.
  O potássio presente nos morangos também ajuda a controlar a pressão ocular, outro parâmetro importante para saúde dos olhos.
Não é à toa, por exemplo, que suplementos a base de vitamina C sejam indicados para o tratamento e prevenção de resfriados, porém, o consumo de frutas frescas, como o morango, além da vitamina C, traz uma série de outros nutrientes que ajudam a manter a saúde do sistema imune em dia, por isso é sempre mais recomendável do que a utilização de suplementos.
  Os benefícios do morango para a pele também são proporcionados pelo seu conteúdo de vitamina C e pela presença do ácido elágico (um ácido hidroxibenzóico). Combatendo a ação dos radicais livres, a vitamina C ajuda a retardar o envelhecimento precoce. A vitamina ainda é fundamental para o processo de síntese de colágeno, proteína que garante uma melhor firmeza para a pele. O ácido elágico também evita o surgimento de rugas provocadas pela exposição excessiva da pele aos raios UV-B.
Um mineral do morango também tem sido relacionado como benéfico para o cérebro. Por melhorar o fluxo sanguíneo para o órgão, o potássio ajuda a melhorar a função cognitiva, como a memória e a capacidade de concentração.
Existem muitos fatores que propiciam a ocorrência dos mais variados tipos de câncer, desde uma condição de estresse oxidativo até quadros de inflação excessiva. O consumo de morango é bastante pertinente contra o câncer, sobretudo para os tumores no cólon, esôfago, colo do útero e mama, graças às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Os fitonutrientes do morango têm sido documentados quanto aos seus efeitos anticancerígenos, como por exemplo, o elagitanino (tipo de tanino) e o ácido elágico (tipo de ácido hidroxibenzóico). Ainda não se sabe ao certo o exato mecanismo de ação desses compostos, mas seus efeitos podem estar associados à capacidade de diminuir a atividade de certas enzimas pró-inflamatórias e de estimular algumas enzimas do nosso sistema de defesa antioxidante.
Substâncias encontradas no morango que apresentam uma reconhecida atividade antioxidante são as antocianinas, a quercetina e o campferol (tipos de flavonoide), a vitamina C e o ácido fólico.
Um outro dado interessante é que o consumo diário de morangos pode ajudar a reduzir de forma significativa as metástases, que é o espalhamento do câncer para outros tecidos e órgãos do corpo.


História do pão de hambúrguer e cachorro quente



A Alemanha, país localizado na Europa, é famosa pela produção de salsichas. No entanto, a popularização
da salsicha ocorreu mesmo nos Estados Unidos da América.
Foi nesse país, mais especificamente no Estado da Louisiana, que o cachorro-quente com o tradicional
pão foi lançado.
Alguns relatos indicam que, no ano de 1904, um comerciante da Bavária (um dos estados da Alemanha),
vendendo salsichas em uma feira na Louisiana, a princípio, oferecia luvas para que seus fregueses pudessem
comer sem se sujarem muito. No entanto, como o gasto era bastante alto, esse comerciante pediu
ajuda a um padeiro, que prontamente improvisou um novo tipo de pão em que coubesse a salsicha.
Estava inventado o popular cachorro-quente ou hot dog.
Você sabia que no Brasil o cachorro-quente chegou por volta de 1926?
Um empresário carioca introduziu em seus cinemas esse sanduíche, que, em razão do enorme sucesso,
acabou servindo de inspiração para a marchinha de carnaval “Cachorro -quente”, de Lamartine Babo e
Ary Barroso.
A massa de pão de cachorro-quente também é utilizada para fazer o pão de hambúrguer.


A história do hambúrguer é mais antiga que a do cachorro-quente. No século XIII (13), os cavaleiros
tártaros (tribos de nômades da região da Mongólia) invadiram a Europa e introduziram uma técnica de levar a carne dura e crua na sela de seus cavalos. Esse procedimento tornava a carne mais fácil de mastigar. Ficou conhecido como bife tártaro, e era consumido cru.
Ainda hoje é servido em restaurantes, acompanhado de uma gema de ovo, também crua. Esse alimento foi incorporado pelos alemães, especificamente na região do porto de Hamburgo – que deu origem ao nome atual –, apenas no século XVIII (18). E, por fim, no século XIX (19), o alimento chegou ao país onde ganharia fama e seria referência: Estados Unidos da América. Foi ainda nesse século que nasceu a ideia de produzir um lanche com esse tipo de carne.
Aqui no Brasil, esse sanduíche ficou conhecido apenas em 1952, quando o estadunidense Robert Falkenburg abriu no Rio de Janeiro uma rede de lanchonetes.

sábado, 10 de setembro de 2016

Torta Musse de Morango


Ingredientes:

  • 1 pacote de biscoito maisena (400 g)
  • 2 caixinhas de creme de leite (200 g cada)
  • 1 lata de leite condensado
  • 3 colheres (sopa) de água
  • 1 e 1/2 envelope de gelatina em pó sem sabor
  • 4 colheres (sopa) de margarina
  • 1 suco de pacotinho sabor morango (Tang ou Mid)
  • Morangos para decorar

Modo de Preparo da Massa:

No copo do liquidificador, coloque os biscoitos e bata, aos poucos até obter uma farofa. Transfira para uma tigela, junte a margarina e misture com a ponta dos dedos e coloque um pouquinho de água até ficar homogêneo (não molhe demais). Forre o fundo e as laterais de uma forma redonda, de fundo removível, e leve ao forno médio (180 graus) , preaquecido por 10 minutos. Reserve.

Para a Musse: 
Em uma tigela pequena, coloque a água e a gelatina, e deixe hidratar por 3 minutos. Leve ao fogo médio, em banho maria, mexendo sempre, até dissolver completamente. Em outra tigela misture o leite condensado, o creme de leite e o suco, misture até o suco se dissolver por completo, adicione a gelatina dissolvida misture bem e despeje sobre a massa da torta. Decore com os morangos e leve a geladeira até a hora de servir.

Arroz Doce

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de arroz cru
  • 1 lata de leite condensado
  • 1/2 litro de leite de vaca
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • canela a gosto para polvilhar

Modo de Preparo:

Coloque o arroz lavado para cozinhar em água, de forma que ela cubra toda a superfície do arroz, acrescente mais água, se necessário, até que ele fique cozido. Depois de cozido deixe secar a água e adicione o açúcar, a pitada de sal, o leite de vaca e o leite condensado. Depois e bem cozido adicione uma colher (sopa) de manteiga, misture. Desligue o fogo e despeje em uma travessa, polvilhe a canela. Sirva depois de frio.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A história do Fermento



Fermento Biológico

Desde os primórdios da humanidade, os grãos têm sido muito importantes para a alimentação humana. Caçadores mastigavam grãos encontrados na natureza, como o trigo, a cevada, o arroz ou milho. Estes grãos faziam parte da dieta básica de nossos ancestrais, mas eram de sabor pouco expressivo e um tanto rústicos. 

Pesquisas mostram que o Egito antigo foi o berço do pão moderno. Arqueologistas, escavando ruínas egípcias, encontraram pedras primitivas usadas para moer grãos e câmaras para cozimento. 

Por volta do ano 10.000 a.C., as pessoas começaram a estabelecer-se em grupos e plantarem os seus próprios grãos. Eles podiam moer esses grãos com pedras e cozinhá-los com água para fazer um mingau, na qual era, então, secado ao sol ou no fogo. Moendo e cozinhando esses grãos notou-se que eles ficavam mais saborosos e fáceis de mastigar. Hoje, os pães "achatados", tortilhas e matzos permanecem sendo feitos com esta técnica antiga. 

A primeira combinação dos ingredientes do pão com o fermento provavelmente aconteceu por acidente, sendo o fermento encontrado naturalmente na pele da uva e grãos, provavelmente o primeiro vinho e cerveja tenham sido feito quando um suco de uva ou mingau pronto, não tenham sido consumidos imediatamente. O fermento, então, fermentou a comida em uma bebida alcoólica. Acredita-se que o primeiro crescimento da massa de pão se deu quando uma bebida alcoólica tenha sido, acidentalmente, adicionada a essa massa. Com a massa do pão em repouso, ela começou a crescer. Uma vez assado, ele tornou-se uma agradável surpresa, o pão estava leve e saboroso. 

Aperfeiçoamentos nos processos de moer e novas variedades de trigo e leveduras foram desenvolvidos. Padarias comerciais e caseiras refinaram seus pães, mas a massa continuava não tendo um crescimento consistente. Como sempre, o resultado era um pão grosseiro e denso. 




Fermento Químico

Em 1835, o cremor de tártaro foi misturado ao bicarbonato de sódio e o resultado foi surpreendente. Assim, foi criado o primeiro fermento. Nesta época já se usava o amido de milho para ser veículo separante do ácido e do bicarbonato. 
Por volta de 1850, o ácido utilizado passou a ser o ácido fosfato mono cálcico. O poder do bicarbonato de sódio com este ácido melhorava o desempenho em cerca de 60%. E o mais importante: era mais barato que o cremor de tártaro. Em 1859, Louis Pasteur, o pai da microbiologia moderna, descobriu como o fermento funcionava. Alimentando-se de farinha de amido, o fermento produzia dióxido de carbono. Este gás expande o glúten na farinha e faz com que a massa de pão expanda e cresça. 


As donas de casa da época descobriram que o bolo poderia crescer mais e ficar mais alto se adicionado bicarbonato à massa. Antes do descobrimento das propriedades do bicarbonato, elas batiam manteiga para deixar a massa mais aerada e fofa. Mas sua utilização tinha os seus limitantes devido à tecnologia pouco desenvolvida na época. O bicarbonato reagia muito rapidamente quando misturado à massa. Desde o século XIX até os dias de hoje o fermento em pó químico mudou muito pouco, mesmo com grandes avanços na química, ciência e com novas descobertas deste então.  

Bolo de Doce de Leite e Abacaxi

Bolo redondo coberto com massa de pastilhagem

Ingredientes do pão de ló:

  • 6 ovos
  • 1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
  • 1/2 xícara (chá) de água fervendo
  • 2 xícaras (chá) farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) fermento em pó 

 Recheio:

  • 2 abacaxis
  • 1 lata de doce de leite com coco (800 g)
  • 2 xícaras (chá) de açúcar

Cobertura de Massa de Pastilhagem:

  •  1 colher (sopa) rasa de gelatina em pó sem sabor
  • 1/2 xícara (chá) de água
  • 1 kg de açúcar de confeiteiro (impalpável)
  • Gotas de essência a gosto

Modo de Preparo:

Massa: Misture em um recipiente a farinha de trigo e o fermento, e reserve. Coloque na batedeira os ovos, o açúcar e a água. Em seguida ligue-a para misturar os ingredientes. Primeiramente coloque a batedeira para funcionar em baixa rotação e vá aumentando aos poucos, até atingir a rotação máxima. Deixe bater de sete a dez minutos, para a massa dobrar seu volume. Em seguida vá adicionando, pouco a pouco, a mistura da farinha e do fermento que estava reservada, porém misture manualmente, sem usar a batedeira.
Vá mexendo para que todos os ingredientes se misturem, mas tenha cuidado para que o ar que foi incorporado na mistura feita pela batedeira não se perca.
Após adicionar a farinha e o fermento, é a vez de adicionar o óleo vegetal. Faça movimentos circulares e leves, sempre no mesmo sentido, para que ele se incorpore à massa. Mexa bastante até que a massa fique bem homogênea. Despeje a massa em uma forma untada com manteiga e farinha. Deixe assar por 35 minutos na temperatura de 180ºC. Depois de assado corte-o ao meio e reserve para rechear.


Obs: Para este bolo utilizamos dois pães de ló.


Recheio: Descasque os abacaxis e corte-os em pedaços (não utilizar a parte dura do meio), coloque em uma panela com o açúcar e deixe cozinhar até virar um doce consistente. Reserve.


Cobertura: Dissolva a gelatina na água em banho maria, até que fique transparente. retire do fogo e deixe amornar. Junte um pouco de açúcar de confeiteiro, bata com o auxílio de uma colher de pau e acrescente mais açúcar, aos poucos, até completar 250g. Neste ponto a massa estará fluida como um creme mole e pode ser guardada em geladeira em recipiente hermeticamente fechado para ser usada posteriormente. No momento em que for usar a massa, acrescente mais açúcar e misture até obter uma massa mais consistente. Amasse durante 10 minutos para dar elasticidade a massa. Enrole em um plástico e reserve.

Montagem:

Corte os pães de ló ao meio e recheie, um com doce de leite e o outro com o doce de abacaxi (alternando doce de leite e doce de abacaxi até terminar as camadas). Coloque um em cima do outro. Passe doce de leite por toda a volta do bolo e por cima para que a massa de pastilhagem possa aderir mais facilmente. Estique a massa de pastilhagem de forma que dê para cobrir todo o bolo em uma espessura não muito grossa. Cubra o bolo e decore-o com laços e corações, ou faça a decoração de sua preferência. Se quiser é só acrescentar corante a massa de pastilhagem e soltar a sua imaginação.



 


Doce de ovos em calda

Doce de ovos em calda com pau de canela


Ingredientes:
  • 1 litro de suco de laranja
  • 500 g de açúcar cristal
  • 6 ovos
  • 3 cravos
  • 1 pau de canela
Modo de Preparo:
Em uma panela grande, coloque o suco de laranja com o açúcar. Leve ao fogo alto até derreter o açúcar, abaixe o fogo e cozinhe até formar uma calda em ponto de fio. Quebre os ovos e passe-os por uma peneira. Despeje-os lentamente sobre a calda e junte a canela. Deixe ferver por 5 minutos e, com uma colher de pau, mexa fazendo uma cruz no fundo da panela. Pare de mexer e deixe ferver em fogo baixo por mais 10 minutos, aproximadamente. Retire do fogo e deixe esfriar. Sirva em uma compoteira.